Mobilidade em Évora – Um exemplo do corrente impertinente “quase” bem feito <h4>por Fernando Moital</h4>

Mobilidade em Évora – Um exemplo do corrente impertinente “quase” bem feito

por Fernando Moital

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Há três anos que acompanho a evolução da passagem entre o largo da estação e o bairro horta das figueiras. O atravessamento era penoso para todos: idosos, portadores de deficiência, utilizadores de trolleys, ciclistas.

Como a junta de freguesia ou o município percebia quando tinha que fazer as manutenções no jardim do largo da estação.

Em boa hora o município procedeu à requalificação da passagem.

Contudo, não o fez bem.

Como de costume, desatenta aos pormenores que também contam, deixou um desnivel de 5 cm na transição da estrada para a passagem.

Ora, esses 5 cm constituem um perigo para o bom uso dos ciclistas e um desconforto grande para os utilizadores de troley e de cadeiras de roda, por exemplo.

Os ciclistas, para melhor abordarem o desnível em condições de segurança, são obrigados a uma trajectória desnecessária (e perigosa) correndo sempre o risco de cair.  Do meu ponto de vista não se compreendem como em 2018 o município continua desatento a estes pormenores. Atrevo-me a dizer que são constantes em quase todas as situações relativas à mobilidade como tenho, de forma  recorrente, alertado o município.

A insensibilidade para as questões da mobilidade suave (peões, portadores de deficiência, ciclistas, idosos, etc) é notória e afecta, em muito a relação que os cidadãos têm com a cidade e esta connosco. Todos os dias, a cada passo/pedalada.

Costumo dizer, em jeito de provocação benigna, que os melhores locais da cidade são aqueles onde o município ainda não mexeu.

Mobilidade em Évora – Um exemplo do corrente impertinente finalmente bem feito

11 Fevereiro, 2019

O Problema está resolvido.

Parabéns à Câmara Municipal de Évora.

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